2016-01-04
Aveiro em Festa | S. GONÇALINHO 2016
7 de Janeiro – Quinta-feira
18h00 – Celebração da Palavra • Coro composto por Mordomos e Mordomas de São Gonçalinho
18h45 – Fogo - Inicio dos festejos
21h45 – Concerto da Tuna Feminina da Associação Académica da Universidade de Aveiro
22h45 – Concerto Tuna Universitária de Aveiro
23h45 – Fogo-de-artifício24h00 – DJ Gonçalo Araújo
8 de Janeiro – Sexta-feira
10h30 - Exibição da peça de teatro, Papa Cavacas - procura-se namorada pelo bairro da Beira-Mar. Entrega de livro às crianças
18h00 – Fogo
22h00 – Concerto EXPENSIVE SOUL
23h45 – Fogo-de-artifício
24h00 – WhiteNoise
9 de Janeiro – Sábado
09h30 – Arruada • Fanfarra Kaustika
12h00 - Fogo
14h00 - Arruada • Fanfarra Kaustika
18h00 – Missa Solene presidida pelo Sr. Pároco da Paróquia da Vera Cruz, Manuel Rocha;Cânticos - Grupo de Jovens da Paróquia da Vera Cruz
19h00 – Fogo
22h00 – Concerto ANA MOURA
23h45 – Fogo de Artifício
24h00 – ROSSAnaGROSSA
10 de Janeiro – Domingo - Dia de São Gonçalinho
09h30 – Arruada de agradecimento com “Grupo de Gaitas de Foles da Fanfarra de São Bernardo”
12h00 – Missa Solene presidida por Sua Exa. Rev. Sr. Bispo de Aveiro, D. António Moiteiro; Cânticos - Grupo Coral da Vera Cruz
13h00 – Fogo
15h00 – Concerto “GANDA MALUCOS” (Largo do Rossio)
15h15 – Tempo de Oração
18h00 – Fogo
22H00 – Concerto ORQUESTRA 12 DE ABRIL COM JORGE PALMA
23h45 – Fogo-de-artifício
11 de Janeiro – Segunda
09h30 – Missa por alma das pessoas falecidas da Beira Mar
10h30 - Exibição da peça de teatro, Papa Cavacas - procura-se namorada pelo bairro da Beira-Mar. Entrega de livro às crianças
12h00 – Fogo
17h45 – Fogo
18h00 – Entrega do Ramo com romagem na Beira Mar
22h00 – Concerto com QUIM BARREIROS
23h45 – Fogo-de-artifício - Espetáculo Piromusical
(Fonte: https://www.facebook.com/events/170439959976191, consultado em 2016.01.04)
2015-05-18
25 de abril – ecos da evocação na EB Aradas
No passado dia 14 de maio, na EB 2,3 de Aradas, houve mais uma atividade, integrada no Plano de Atividades do Agrupamento, e destinada aos alunos dos 6º e 9º anos de escolaridade.
Ela teve lugar na sala de convívio dos alunos, decorreu das 14:30 às 16.30 e contou com a presença de ex militares, que, ainda, hoje, fazem parte da "Associação 25 de abril".
Eram eles o comandante Tito Cerqueira, o coronel Melo de Carvalho e o eng. Francisco Balacó.
Evocaram-se, como se depreenderá, os acontecimentos do 25 de abril de 1974. Um pouco tardiamente, talvez, mas é sempre tempo de falar dele, reviver e revisitá-lo um pouco.
O dia foi de agitação, azáfama e canseira, para ter tudo pronto e operacional - a sala decorada, as aparelhagens funcionais e as cadeiras postas nos seus lugares.
O conjunto - simples, sóbrio e harmonioso - deu bom resultado, foi do agrado dos convidados, também, não faltaram os cravos vermelhos, como não podia deixar de ser, e, também, se ouviram algumas músicas ícones da altura.
Foi muito interessante ouvir o coronel Melo de Carvalho contar algumas memórias das suas passagens pela Guiné, no tempo do General Spínola. Até, do esforço feito pelo exército português, no sentido de ajudar os habitantes do território, abrindo estradas, ensinando-os e prestando-lhes cuidados de saúde.
Recordar, também, os princípios originais do Movimento Militar - democratizar, desenvolver e descolonizar. Era a política dos três dês.
Ouvir dos outros participantes o seu tipo de comprometimento com o Movimento, o empenhamento de todos para o seu sucesso final, a sua compreensão pelos desvios havidos, a consciência da obra inacabada e a necessidade de manter vivo e atual o espírito e a obra dos "capitães de abril".
41 anos depois, o apelo destes rapazes, hoje, na casa dos 70, é premente, necessário e aquele ato de coragem deverá ser escrito não na areia, mas na pedra da memória e do coração, para que nenhum vento do mundo o possa apagar, como diz o escritor João Pedro Mésseder, em contexto diferente.
Os alunos aderiram e, depois das reprimendas iniciais, mantiveram-se calados, interessados e colocaram algumas questões aos nossos convidados.
Vivemos em plena sociedade dos avós, da qual os netos desconhecem o que era aquele tempo e os sacrifícios por que tiveram de passar.
Com certeza que, no final, saíram mais esclarecidos e sabedores.
Resta-me, para concluir, agradecer a todos os professores, que deram o seu valioso contributo para o êxito desta iniciativa, permitindo-me destacar as colegas de Ed. Musical, Visual, assim como as de História do 9º ano.
A todos o meu reconhecimento. Bem hajam!
Américo Nogueira
