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2018-11-17

Hastear da Bandeira Verde




No âmbito do Projeto Eco-escolas, a Escola Secundária C/ 3º Ciclo Dr. Mário Sacramento
vai comemorar o dia Eco-escolas no dia 22 de novembro.
Para este evento convidamos todos os professores a participar nas atividades que iremos desenvolver  acompanhando os seus alunos:
10h e 30 min -cerimónia do hastear da Bandeira Verde;
11h – magusto (só para alunos do 3º ciclo);
15h e 30 min - Plantação de duas espécies autóctones.

2018-01-17

VISITA PASTORAL DE D. ANTÓNIO MOITEIRO

ESCOLA SECUNDÁRIA DR MÁRIO SACRAMENTO

18.01.2018  |  14:30




No dia 8 de outubro começa a visita pastoral ao arciprestado de Aveiro e vai prolongar-se até ao mês de abril, finalizando no dia do Corpo de Deus, dia 31 de maio. A Visita Pastoral é um momento privilegiado com o qual o Bispo diocesano mantém contactos pessoais com os sacerdotes da mesma zona pastoral e com os outros membros do Povo de Deus. Segundo o Diretório para o Ministério Pastoral dos Bispos esta deve ser uma ocasião para «reavivar as energias dos obreiros do Evangelho e de chamar todos os fiéis à renovação da sua vida cristã e a uma atividade apostólica mais intensa».
Jesus não só anuncia e propõe o Reino de Deus, como convida ao seguimento. Saber-se chamado pessoalmente por Deus é a experiência chave de toda a vocação e de todo o projeto de vida. Este seguimento nasce do encontro pessoal com o Ressuscitado, num dinamismo de conversão, entrega e renúncia. Todos temos de perguntar-nos: Qual a transformação que o encontro com Cristo operou na minha vida pessoal e na vida da minha paróquia? Seguir Cristo compromete. Este testemunho leva-nos a ter que dizer como São Paulo: «Não que já o tenha alcançado ou já seja perfeito; mas corro para ver se o alcanço, (…) lançando-me para o que vem à frente» (Fl 3,12-13).
Ser cristão a sério, a partir do batismo, é viver em função da nossa vocação/missão. “É hora de propor de novo a todos, com convicção, a santidade ‘medida alta’ da vida cristã” (cf. NMI 31). Temos um tesouro a oferecer.
Hoje, o apelo a viver o Evangelho passa de uns para os outros, muitas vezes, por contágio. Necessitamos pessoas que nos ajudem a crescer na fé e a apaixonar-se por Jesus vivo e Ressuscitado, a partir da sua própria experiência de relação pessoal com Ele. A vida comunitária, a vida espiritual e a vida apostólica devem ser capazes de inspirar experiências novas. Comunidades que, em conjunto, partilham, rezam, celebram e ajudam a discernir sobre os sinais e a vontade de Deus tornam-se oásis para o florescimento de uma vida cristã autêntica.
Que a visita pastoral procure criar condições de encontro com Cristo, procurado na interioridade, seguido no Evangelho e reconhecido no rosto dos irmãos, através de uma vida de oração, de liturgia e compromisso social.
Aveiro, 14 de setembro de 2017.
+ António Manuel Moiteiro Ramos, Bispo de Aveiro

2016-04-21

João Amaral, autor e ilustrador de banda desenhada, na escola sede





O autor e ilustrador de banda desenhada, João Amaral, esteve connosco no dia 4 de fevereiro, para apresentar uma das suas mais recentes obras, A Viagem do Elefante. Trata-se de uma adaptação para BD do romance de José Saramago, com o mesmo nome e prefaciada por Pilar del Rio. A palestra foi seguida de uma sessão de autógrafos: João Amaral recriou, ao vivo, o elefante Salomão e a todos desejou “uma boa Viagem”.
Segue-se a entrevista que João Amaral concedeu a Rúben Pinto, nosso aluno do 7.º B, e membro do Clube de BD/Manga da BE.


R.: – “Que livros de BD lia, quando tinha a nossa idade?”
J.A: - Eu gostava muito dos autores franceses, como Rob Vel (Robert Velter, criador da famosa personagem Spirou) e do belga André Franquin (autor de outra personagem muito conhecida, o Marsupilami).


R.: - E já escrevia e desenhava, nessa época?
J.A.: - Sim, mas francamente, não gosto desses desenhos quando os revejo, estão muito imperfeitos. Mas sempre quis ser ilustrador de banda desenhada. A minha formação académica é em Marketing, mas prefiro a arte. A minha máquina fotográfica é um caderno, nele desenho o que penso e o que vejo.
 

R.: Por que razão quis desenhar “ A Viagem do Elefante”?
J.A. : - É um livro que significa muito para mim. Foi a minha mulher, que é uma leitora compulsiva, que me aconselhou a lê-lo e comecei logo a visualizar as imagens na  minha cabeça! Relata, como sabem, a viagem de um elefante indiano, Salomão, que foi oferecido  pelo rei português, D. João III, ao seu primo arquiduque Maximiliano da Áustria, de Lisboa a Valladolid e depois a Viena. Eu procurei conhecer pessoalmente esse primeiro trajeto para melhor retratar a paisagem.
Trata-se, no fundo de uma parábola sobre a própria vida, que é uma viagem, nascemos para caminhar, caminhar e depois a caminhada acaba, morremos. Fazemos um percurso, um caminho contínuo de aprendizagem, como o Cornaca, mas que, um dia, acaba.
Foi um trabalho difícil, pois quis ser fiel ao texto de José Saramago, ao espírito da obra. Demorou cerca de dois anos e meio, a trabalhar oito horas por dia… Criei cerca de 120 pranchas, foi preciso passá-las a tinta, fazer as legendas, colorir as pranchas no computador (é mais higiénico e a minha mulher aprova!) …Resolver situações que foram aparecendo, a banda desenhada é uma arte sequencial... A cor vai mudando ao longo do livro, primeiro, em  Portugal é azulada, em Espanha predominam tons mais quentes, em Itália é mais esverdeada e nos Alpes o branco domina tudo…

No livro original, José Saramago não aparece de nenhuma forma, no meu livro José Saramago aparece também como a personagem que narra a viagem. Foi uma forma de aproximar o criador da criação e fazer sobressair a fina ironia de Saramago.

(Rúben Pinto e Eunice Pinho
Clube BD/Manga da BE )

2016-04-04

2016-03-25

Escola Secundária Dr Mário Sacramento (sede de Agrupamento) muda para as novas instalações!

O terceiro período já vai decorrer na "casa" nova.

créditos: Prof Acácio Rodrigues (in https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10201496719256847&set=pcb.10201496719656857&type=3&theater, consultado em 2016.0323)


2015-08-25

MEC INFORMA ESCOLAS SOBRE OS VALORES DOS CRÉDITOS HORÁRIOS ADICIONAIS

2015-08-23 às 18:56

[cfr lista das Escolas]

aems

Foram agora comunicados às escolas os valores dos créditos horários adicionais que lhes foram atribuídos de acordo com o sistema de incentivos à melhoria dos resultados escolares e da eficiência da gestão de recursos.

Desde 2012 que o Ministério da Educação e Ciência tem vindo a atribuir estes créditos como instrumento de apoio e incentivo, integrado num conjunto de medidas dedicadas a incrementar a qualidade do ensino, designadamente no que se refere à definição de orientações estratégicas adequadas, a uma boa gestão pedagógica e a uma correta utilização dos recursos. A análise dos resultados alcançados pelas escolas este ano mostra progressos significativos nos resultados dos alunos e na eficiência de gestão.

Este é mais um ano em que se concede crédito horário adicional às escolas que nesses critérios superaram patamares elevados de exigência, sendo de salientar progressos assinaláveis no que refere à melhoria de resultados nas provas e exames externos e na redução dos casos de alunos em situação de abandono ou de risco de abandono.  

A política de autonomia que ano após ano tem vindo a ser definida na organização do ano letivo tem permitido a cada escola concretizar os projetos e os apoios necessários que melhor se adaptam aos seus alunos. Para tal têm sido garantidas a todas as escolas um conjunto de horas de crédito horário semanal base, dependente da diversidade dos fatores próprios de cada uma e um conjunto de horas de crédito adicionais, que constituem o reconhecimento dos progressos e incentivos a maiores sucessos.

Esta política de créditos adicionais tem procurado garantir uma continuidade dos incentivos atribuídos às escolas, tendo por objetivo a qualidade do ensino e a melhoria dos resultados escolares. Assim, um crédito horário semanal adicional é atribuído em função de vários fatores: a capacidade de gestão dos recursos, a evolução dos resultados escolares, a aferição dos resultados internos com os externos, o sucesso escolar alcançado pelos alunos, a redução da percentagem de alunos em abandono, ou o risco de abandono escolar, que são decisivas para o seu apuramento. 

Sendo este o quarto ano de execução desta política, em que foram progressivamente estabelecidas alterações na organização do ano lectivo para que, no âmbito da sua autonomia, cada escola, de forma mais livre e mais responsável, tome as opções de organização curricular que melhor se adaptem às características dos seus alunos, o MEC regista com agrado o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido em cada escola, tanto na gestão dos recursos, como na melhoria dos resultados escolares. 

As horas de crédito horário para o ano letivo 2015/2016 agora comunicadas às escolas resultam da análise da necessidade de horas para gestão (KxCAPg), de que as escolas foram informadas a 30 de junho, e da análise dos progressos obtidos, verificados para cada uma através dos indicadores de eficácia educativa (EFI) e de redução de alunos em abandono ou risco de abandono (RA), de que as escolas foram agora informadas. 

A parcela referente à gestão (KxCAPg) tem em conta indicadores de capacidade de gestão dos recursos docentes e o número de turmas, compensando as horas de redução da componente letiva por antiguidade.

Uma análise do indicador da capacidade de gestão dos recursos docentes mostra que 423 escolas usam pelo menos 99% das horas de que dispõem. Este número representa 52% do total de escolas denotando, tal como já se tinha verificado no ano passado, um aumento relativamente ao ano de 2014, onde essa percentagem foi de 48%. 

Para o próximo ano, através desta parcela do crédito identificaram-se 43 escolas que receberam mais de 88 horas (valor máximo estipulado nos despachos anteriores a 2012). Destas, 26 receberam mais de 110 horas, numa média de 152 horas, tendo uma delas atingido o valor máximo de 250 horas, fruto da conjugação de uma boa capacidade de gestão com o facto de terem um corpo docente relativamente jovem, com poucas horas de redução da componente letiva por antiguidade.

No que se refere à atribuição dos créditos EFI e RA, estas são componentes do crédito que resultam dos progressos obtidos em cada uma das escolas. Dependem de variáveis como a evolução dos resultados escolares, a aferição dos resultados internos com os externos, do sucesso escolar alcançado pelos alunos e da redução da percentagem de alunos em abandono ou em risco de abandono escolar. 

De notar que, logo no despacho normativo n.º 13/A/2012, de 5 de junho, houve a preocupação de incentivar o bom trabalho educativo em todos os níveis de escolaridade oferecidos pela escola. Assim, uma escola que tenha alunos a realizar exames tanto no ensino básico como no secundário terá uma majoração de crédito se conseguir superar os critérios definidos em ambos os níveis de ensino.

A fim de tornar público o trabalho das escolas no que se refere à sua eficácia educativa, identificam-se em anexo as listas das que superaram os critérios definidos no despacho n.º 10-A/2015, de 19 de junho, para a atribuição de crédito horário na componente eficácia educativa (EFI).

(fonte: http://www.portugal.gov.pt/pt/os-ministerios/ministerio-da-educacao-e-ciencia/mantenha-se-atualizado/20150823-mec-creditos-horarios.aspx

e

http://www.portugal.gov.pt/media/15356875/20150823-listas-de-escolas-com-credito.pdf)

2015-06-05

no Teatro Aveirense – IX noite de Dança


“Disney – Filmes da nossa vida”
5 e 6 Junho de 2014
A Escola Dr. Mário Sacramento lançou o desafio e o Teatro Aveirense aceitou. Regressar à infância. Brincar sobre os sonhos, os desejos, os medos e as alegrias.
Reconstruir os momentos em que o bom vence o mau e tudo pode ser… não, tudo é perfeito. Dançar na floresta a bondade dos animais selvagens, dominar os poderes gelados, voar em volta do Gancho. Subir ao Rochedo do Rei, mergulhar no palácio de Tritão, cavalgar a China, navegar até às terras de Virgínia. Ver o belo dos feios e a vida aos bonecos.
E, na dança, vibrar todo o divertimento destas lembranças.
Preço:
Plateia 4€
Balcão 3€

2015-05-22

Para haver paz e tranquilidade

A amizade é um sentimento que partilhamos com outra pessoa. A amizade faz parte do dia a dia, pois está constantemente presente nas adversidades que nós enfrentamos ao longo da nossa vida. A amizade é ter respeito, ser honesto e ser gentil para uma pessoa com quem já se viveram grandes momentos da nossa vida. Sem a amizade, nós viveríamos mais tristes, porque não teríamos ninguém com quem partilhar as novas ideias ou pensamentos; também, sem a amizade o mundo andaria constantemente em guerra, nem haveria civismo. Já  pensaram que poderia haver a paz mundial se todos cultivássemos a amizade?!

Em suma, a amizade é muito importante para não haver guerra, nem tristeza, para poder haver paz e tranquilidade.

Maria Carolina Inácio, 7.º D

A decorrer… DIA DO PATRONO 2015!


aex24
https://www.youtube.com/watch?v=Lo7y5PSdnHM

2015-05-15

Amizade, o sol nos dias de chuva

 

Na minha opinião, a amizade é uma força difícil de quebrar. Não é como os ramos de uma árvore velha nos dias ventosos, nem como uma bola de cristal nas mãos de uma criança. É persistente e é uma das palavras mais importantes na vida de qualquer pessoa.

Na verdade, a amizade está presente em qualquer passo que se dá e sem ela o ser humano seria apenas uma alma negra e infeliz. Quando esta pequena palavra nasce na vida de uma pessoa, ergue-se um sorriso e, com um pequeno olhar, trocam-se sentimentos, como bondade, cumplicidade, alegria, honestidade, generosidade... E isto, sim, é a amizade! São todos os sentimentos positivos que podem existir. Com um verdadeiro amigo, nunca se ouve falar nas palavras egoísmo, ódio, crueldade ou solidão.

A amizade é como o sol nos dias de chuva. No momento em que não a temos, sentimos a sua falta.

Bárbara Alves 7.º D

Saudade

 

A saudade é como um túnel sem fim, uma flor murcha, uma nuvem cinzenta que não deixa ver o azul do céu.

A saudade pode ser consequência de variados acontecimentos: emigrações, mortes,…Apesar de existirem razões muito diversificadas, os sentimentos e emoções são os mesmos. O problema é que não existem palavras para os descrever, por isso, chamam-lhe saudade. Só quem os sente é que consegue perceber o que é a saudade, e este sentimento traz consigo uma série de outros: tristeza, solidão, e por vezes injustiça.

A saudade é um sentimento muito negativo, é como a escuridão… uma escuridão que não encontra luz e que nunca desaparece.

Leonor Leite da Silva, 7.º D – maio de 2015